Essa merda,
essa droga
esse desespero,
essa vida...
Blog do Thiago com Textos disso e daquilo. Comentários seus já são mais que bem vindos
Hoje eu escrevi uma poesia.
Mas eu não vou te mostrar
Por que? Dirias.
Simples.
Hoje,
mas só por hoje
eu vou te privar,
de conhecer mais um pouco
da minha dor.
Minha alma é transparente
minha dor, condizente.
E as emoções
na minha mente,
estão inacabadas, porém
empoeiradas.
Eu não sou novo;
Eu não sou atual.
Mas sou um livro aberto.
sou o teu livro aberto.
Desfaça-se de teus mistérios
e venha mergulhar
no meu impessoal.
Eu vivo da poesia.

Eu não recebi as notícias.
estou alheio a ti.
Mas ainda assim, mesmo vazia,
quero festejar em tuas entranhas,
E que me leve ao paraíso de uma vez!
Não espero por mais que for.
Deixe o piano tocar os acordes,
enquanto me esquento em ti
na gelada madrugada.
que se façam as tristezas depois
Quando estiver eu sozinho a rimar,
para te agradar denovo.
Deixe-se conquistar,
o impulso,
a fera indomável
que já anseio
por acaríciar denovo
e denovo...
E que eu me perca aqui fora
despedaçado, fora do meu santuário
se mais uma vez eu poder
sentir tuas entranhas
quentes...
olhando para as nuvens.
Pensamentos que passam
rápidos,
nem os noto.
Meus pensamentos curiosos
que passam pelos mundos
dos sentimentos.
experimentando de tudo.
Desde a dor plena,
até à paixão ardente.
Celebro minha solidão
olhando para as estrelas
distantes, sozinhas.
E aqueles que um dia já amaram
irão me acompanhar,
na calada da noite.
Reconfortante sensação
que ela me passa,enquanto olho
para as estrelas.
Ah, estrelas.
Me invejem!
Me invejem sim,
pois reclusas em seus cantos
jamais irão experimentar minha dor.
Dorme teu sono mulher,
inocente, intocáda...
Dorme teu sono, protegida.
Em meus braços
não cairá por esta noite.
Não haverão muros
que irão me impedir,
no badalar da meia noite,
na noite fria e abstrata.
Dorme teu sono mulher.
Entra no teu santuário,
onde minhas garras
são impotentes.
e meus dentes
inocentes.
Dorme teu sono mulher.
Tola.
Sem saber
que posso te dar o prazer de uma vida
em uma simples mordida
Pelo mundo a vagar.
Apenas com minha viola,
tento, com romance acalmar
o coração da rapazola.
Pelos verdejantes campos,
vendo o mundo com o coração
Procurando entre os ramos,
Algum que mereça ver sua feição .
Nas mais belas canções,
sozinho, com meu violão
expresso minhas emoções,
por nunca ter esquecido minha paixão.
Quando em meu destino chegar,
hei de vagar por qualquer ruela,
tentando, entre elas, encontrar,
a face de minha donzela.
Quem dera eu fosse um livro,
para ser tão interessante.
Quem dera eu fosse um livro,
para ser útil.
Quem dera eu fosse um livro,
para passar pela mão de todos
O que eu me tornei?
Mediante à este tempo,
sinto-me gelado por dentro.
Sem algum conteúdo,
sem alguma conclusão,
para meu triste começo.
Quem dera eu fosse um livro,
para não lembrar de ti.
Quem dera eu fosse um livro,
para não machucar os outros.
Quem dera eu fosse um livro,
para não me iludir com minhas miragens
Quem dera eu fosse um livro,
para não ter sentimentos.
Eu me lembro,
eu me lembro de tudo.
Ainda estou ao seu lado.
Esperando para acordar de meu torpor.
Acordar, da intensa noite de amor.
Quem dera eu fosse um livro,
para que as pessoas me descobrissem,
desvendassem,
e me esquececem na semana que vem...
Achei uma poesia,
perdida na minha mente.
um poema diferente,
sem palavras.
Sem sentido aparente.
Achei que sabia de tudo,
inconformação,
por imperfeição.
Perdoai minhas palavras
de mortal.
Ao fim,
achei a poesia.
Hei de eternizá-la
já que de uma vez por todas,
hei de decifrá-la
Certa noite, o trovador entoou uma canção, em uma fogueira, às margens do rio, em uma noite de inverno.
Nas águas do lago
lembro da face da minha amada
mas recordo-me do sabor amargo
que dela, me obriguei a separar
Da neve branca,
sua face, intocável.
Que a lua tateava com seus raios,
nas noites de estrelas viçosas.
Das florestas verdajantes,
de encanto singular,
dislumbrante é sua forma,
inesquecível é seu brilho.
Dar-te-ia a mão, donzela,
para acompanharte em noites de amor,
se não fosse minha vocação
de ser o trovador
Sonho com ela denovo, terceira vez seguida, acho que estou ficando paranóico. Será que a vida está me matando assim? Preciso me esfriar, me congelar. O sol está ficando quente demais pra mim. Ela está me queimando por dentro. Saio... e penso:
-
Sinto que vou cair,
sinto que vou trombar.
Não consigo me livrar disso.
Meus olhos já ficaram cegos.
Estou sendo lentamente consumido.
É tarde demais para mim escapar agora.
Me perdi no labirinto particular dela.
-
Não quero mais pensar em curtir
só quero fugir.
Ela está dançando no fogo,
está gostando do que está fazendo.
O prazer me toma conta.
-
MALDITA!
-
Não!
Não posso, nem devo.
Não vou me viciar denovo.
Quero aquele monstro longe da minha mente
Preciso me esfriar
me congelar.
Não quero que ela me mate,
com sua dança sensual.
Eu vi o amanhã.
Eu vi a tristeza nas crianças.
Eu vi a degeneração das massas.
Eu senti a vontade de morrer.
Eu vi o amanhã.
Eu senti a angústia.
Eu presenciei a putrefação da vida.
Eu senti a dor de viver
Eu criei meu monstro.
Eu vi o amanhã.
Eu me senti cego, vendo o escuro.
Eu percebi a raça humana como a criança que é
Eu vi a besta nos olhos.
Eu vi o amanhã.
Eu me senti indefeso, pela primeira vez.
Eu quis acordar do sonho.
Eu quis sair do paraíso deles, e voltar para meu inferno
Eu infelizmente vi o amanhã...
A lua uma vez
viu o homem sonhador
E mostrou a ele,
O seu lado negro.
Lua triste,
melancóliicamente linda,
expressa pelas notas errantes
da viola do bardo.
Lua que uma vez sorriu,
agora chora por suas estrelas
que perdem brilho de vida.
A canção foi completa.
Mas a lua,
ainda triste está o homem a fitar.
Nas minhas andanças,
o que já vi,
o que já deixei de ver,
o que ainda virei a ver.
Nas minhas andanças eu vi
o indeterminado lá fora,
que me permite ver pelas janelas dos tempos,
o reflexo da minha personalidade marcante.
Meus traços, esboçados, ainda,
que jamais virão a ser concluídos.
Nas minhas andanças,
com meu temperamento mutável
Sou humor, puro temor.
Sou amor, completo terror.
Sou piedade, cheia de verdade.
Sou irônia, dando um sentido à paisagem.
Nas minhas andanças
Descobri a dor.
Criei-a dentro de mim
Meu ganha pão de todo dia.
A dor da maldição da poesia
que me mantem vivo dia-a-dia.
Nas minhas andanças
Olhei o horizonte.
Fitei as mais belas moças.
Vi as mais bem esculturadas curvas.
Observei de longe,
a alegria do amor.
E vi também,
a solidão viciosa da dor.
Meu amado demônio. Deixe-me tocar-te novamente.
Deixe-me sentir sua mão escorrendo por meu corpo, sua mão quente, eu a quero.
Quero seu prazer, demônio, minha droga, quero-te.
Não podes ver, que em meus lábios está escrito o puro amor que sinto?
Sentir. Sentimentos. Sentidos.
Não me deixe sofrer novamente na dúvida,
venha esclarecer minha mente.
Dilacere minha alma de forma prazeroza mais um pouco.
Dor gostosa. Eu a necessito!
Não me abandone mais,
nas horas geladas.
Não me levante novamente o punhal, não me apunha-le novamente
eu lhe imploro.
Apenas quero viajar no arco íris da felicidade ao seu lado denovo, Demônio!
Demônio!
Demônio!
Eu te amo!
Era uma vez, nas frias ruas sinuosas de uma cidade desconhecida, onde o inverno predominava por infindáveis dias e noites, um poeta.
-
Cabeça Penasativa
Cria
Imagina
Pensa!
-
Quando queria sentir-se alegre, sobre a vida escrevia.
Suas preces ninguém ouvia. Recitava melancolia.
Não tinha ninguém para se apoiar, apenas palavras para expressar.
-
Perdido em meio a labirintos de seus poemas, verdadeiras mensagens subliminares de seus confusos pensamentos. Vida se esvaía pela caneta. Cada palavra escrita, era nada mais, do que um pouco mais de tristeza, por estar amaldiçoado com a solidão.
-
Ninguém parou para olhar o probre poeta em seu sobretudo preto andando pela fria e escura noite. A passos largos voltava para seu refúgio, sua casa, suas palavras. Não mais agüentava aquela terrível realidade, viver sozinho. Recorreu ás palavras, com coração sangrando, sentimento amargurado. Dar vida as suas palavras seria tudo agora.
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12 de Janeiro de 1978. Morre poeta por falta de amor.
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PS: Voltei, estava na praia, perdoem a demora!
Dentre todos os ódios que já tivemos em algum momento de nossas medíocres vidas, o mais justo é o ódio por nós mesmos. Causadores de nossos próprios sofrimentos e criadores de nossos piores monstros.
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Monstros que fizeram com que deixemos aos poucos a criança que havia dentro de cada um de nós morrer por falta de atenção, no esquecimento no fundo de nossas almas pergisoamente poluídas e cheias de horror pensado para cada um dos seres que habitam o lado escuro de nosso coração.
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Coração em constante hemorragia. Hemorragia de sofrimento e lembranças ruins de cada agoniante dia na rotina. Mas ainda há a esperança, que move cada um de nós e que, em todos os dias, cria a nossa luz no fim do túnel, mesmo que seja uma luz ilusória e que nos leve apenas para um lugar com luzes ofuscantes que nos cegam para a verdade do cruel mundo que nós mesmos criamos.
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Pra onde a Humanidade vai correr quando a esperança acabar?
Deixe as flores na janela, amor, e não me espere nunca mais. Não me espere para quebrar seu coração ao meio, pois o meu já está assim.
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E se os zumbis do passado estão gritando na sua cabeça, te amedrontando e fazendo com que tu te sintas indefesa em um local escuro que tu nunca estiveste antes, eu apenas espero que tu morra de forma dolorosa.
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Não mais me mostre sua verdadeira face. Ela é insuportávelmente horrível. Continue com sua piada superficial que chame de vida, e morra olhando para um céu nublado com falta de esperança.
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Foi bom me aproveitar de seus préstimos, agora pegue seus trapos, e se mande de o que tu fizeste sobrar do meu coração.
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Libere seu lado animal mais vezes por dia.
Dia sem muitas motivações. Pouca coisa para se fazer.
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Dia solito é este,
em que fico aqui a observar pela janela
carros a passar,
enquanto a chuva cai.
-
Onde está minha motivação?
O que estou buscando?
Estou a procura de algo em uma jornada.
Apenas me basta descobrir o que estou a procurar.
-
Dentro de um emaranhado
de pensamentos e sentimentos.
Procuro aquilo que vai me completar,
algo que vai me motivar,
dar um rumo á minha vida.
-
Nas grandes ruas do mundo cruel lá fora,
pode estar a pessoa
que um dia irá me fazer sentir completo.
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Quanto mais irei esperar?
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Todos já se sentiram assim algum dia, não?
O sol está se pondo.
Imagem de felicidade misturada com melancolia
Uma imagem que me traz euforia e um sentimento,
inexplicável é ele.
Me traz uma sensação de segurança
-
Uma vez,
aos seus braços estive no majestoso por do sol.
Senti este mesmo sentimento,
e beijei seus lábios trêmulos pela primeira vez.
-
Quando disse que te amei pela primeira vez,
o sol estava se pondo.
Meu coração fica feliz.
Quando te disse adeus,
O sol estava se pondo.
Me sinto preso á uma imagem de tristeza e angústia
-
O sol se pôs.

