Uma moça do meu MSN me disse pra adicionar um *baba* no conto abaixo. Falando em baba, adoraria babar toda a buceta dela.
Blog do Thiago com Textos disso e daquilo. Comentários seus já são mais que bem vindos
A humanidade já era. Se fosse tão simples conviver com os outros, todo mundo estaria de bem com todo mundo, não haveria guerra nem desilusão amorosa. Que droga essa vida moderna. Quem sabe se todos notassem o quão degenerado e idiota o mundo tá agora, dariam as mãos e ao menos caminhassem pro fim juntos ao invés de esperar ele vir ainda em guerra e em corações arrasados...
Quem sabe eu me perdi nesse mundo moderno de desespero irremediável e aderi à dor inconseqüente. Essas coisas do novo mundo...
Estava o autor deste blog levando sua vida normal de poesia e prosa romantista, quando Bruno, o dono do Juventude Enlouquecida, lá pelos meados de Abril deste ano, me introduz à um novo complexo literário, um novo tipo de literatura, romantista à sua própria maneira, através de um livro, um livro que marca para sempre a vida de quem o lê.

Pobres daqueles que só pensam no futuro, terão a alma devastada mais cedo.
Bem que Newton tentou avisar.
Estamos todos perdidos no mundo, mas mesmo assim há pessoas que acreditam ter encontrado o caminho de suas vidas, como se fosse apenas mais uma gota na onda de um mar, seguindo seu caminho certo e decidido, sem nada que possam fazer. E por mais incrível - e medíocre - que possa parecer, elas estão felizes e saltitantes em sua droga de vida feliz e de pouca influência.
E enquanto essas pessoas estão lá vivendo suas vidinhas, pensamos que queremos encontrar alguém, e que há tantos casais juntos nesse momento, no fogo da mais profunda paixão, fazendo amor em uma cama de casal com 2 colchões, bem confortáveis, se divertindo. E tu notas que isso é o que tu quer, amor, és frágil de mais para não amar.
As pessoas caminham sem rumo neste mundo de incertezas, enquanto parece que só tu consegues ver o que está acontecendo de verdade, mas a insanidade da tua mente não te permite dizer a eles o que estão realmente fazendo - ou deixando de fazer . Mas quer saber? Eles não acreditariam e agora tu te flagras querendo que eles queimem no fogo do inferno.
O futuro está ali na esquina rolando seus dados, sorteando o azar, enquanto nós aqui sentados nas nossas cadeiras esperamos que ele nos foda por total... deprimente...
Os semi-gordos sempre foram criaturas peculiares e intrigantes. São aqueles que não tiveram força o suficiente para virarem gordos, e nem colhões para fazerem dietas e se tornarem magros. Podem ser definidos como o 'intermédio' entre gordo e magro, ou também 'o lado cinza da força'. Não fedem nem cheiram, ninguém comenta 'Olhe a semi-gordesa da pessoa ali!'. Semi-gordos só são lembrados quando os gordos têm ataques de inveja, ou quando os magros deixam o orgulho subir à cabeça.
Deve haver um planeta, onde os semi-gordos coexistem sem problemas, não causando a discórida onde quer que passem. Este planeta, por sua vez, não é um planeta comum. Ele não tem balanças. Semi-gordos não sabem o que é engordar... nem emagrecer. E os alimentos por lá devem ser bem mais gostosos.
- Sai uma pizza com bacon extra!
- Mas e o colesterol?! E a gordura?!
- Que? Do que tu estás falando?
- Perdão, eu estive na terra por uns tempos... negócios, sabe...
Acredita-se que os coacervados eram semi-gordos, na verdade, logo, um dia, eles proclamarão sua hierarquia e dominarão a terra. Depois disso, implantaram um regime a base de comidas gostosas, que vai exterminar com os 'fracos', algo como um holocausto... à base de sorvete e pizza.
A maioria (entenda-se: todos) dos semi-gordos são come e não engorda. O que é come e não engorda? Simples, eles comem e não engordam. Por isso, estão, desde que se tornaram semi-gordos, com o mesmo peso. Causando inveja nos gordos... e magros.
Acho que vou parar de escrever, comer uma trufa, digo... não posso comer mais uma trufa... malditos semi-gordos...
Como descrever especial?
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Como expressar um sentimento que nem nós mesmos podemos definir em palavras?
Acho que uma palavra que chegaria perto é: Amizade.
Amigo.Aquela pessoa... aquela pessoa que despensa qualquer adjetivo, Pois nenhum adjetivo é preciso o suficiente pra explicar o que eu quero dizer, nem diz nas proporções que eu quero. Talvez uma palavra boa é ''essência''. Cada ser tem a sua essência. Como se fosse seu cheiro, seu perfume. Cada perfume tem seu vidro. E por estar lá dentro, o vidro é seu único confidente. Não importa do que vai falar, vai falar sempre para o vidro. Seja da comida alemã, do Romanticidio, do jogo de interpretação. E eu, como vidro nesta história toda, não podia estar mais feliz de ser amigo, alguém especial, de ser alguém que significa alguma coisa para a pessoa da qual vou me referir.
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Sem mais delongas, dedico este texto a uma ''grande essência'' que tenho o maior prazer em ''guardar''. Sim Érica, eu lembro do teu aniversário, e dedico esse texto (que não ficou grandes maravilhas) em tua homenagem. E também te desejo um feliz aniversário, pessoa especial que não sei onde eu estaria sem tu agora.
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Thiago Braga
Domingo, 15 de abril de 2007.
02:37
OBS: Texto feito ao som de ''Romanticide''
Ultimamente eu ando um tanto pensativo.
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Pensando em motivações ou caminhos para o meu futuro, a minha vida. Que rumo tomar, o que eu realmente quero ser. Eu tenho me sentido inseguro em relação ao mundo lá fora. Mas ao mesmo tempo vejo pessoas que deram uma grande volta por cima dessa sensação e, ao menos superficialmente, parecem ter boas vidas. É como se eu fosse uma larva que acabou de sair do casulo e viu como o mundo realmente é. Enxergo agora toda a malicia do mundo, e de certa forma isso me assusta. Será que todo o ser humano é assim? todos têm suas crises existenciais em relação ao seu futuro? Será que alguns já caíram em insanidade pensando na mesma coisa que eu. Tudo isso me assusta.
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De certa forma, estou preocupado com o estado do mundo. É como se ultimamente eu me sentisse um daqueles cientistas que querem parar o aquecimento global ou algo parecido. Mas acho que o estado do mundo está refletindo no meu dia-dia. As minhas descobertas sobre mim mesmo e o mundo a minha volta me assustam, meu organismo em constante mudança me assusta e até mesmo minha opinião própria sobre as coisas em estado mutacional me deixam com sensação de vertigem. É tudo tão grande, são tantas possibilidades, tantas coisas para escolher que me sinto encuralado em um mundo de oportunidades, mesmo que seja um tanto irônico.
